Escritório Virtual – Nova Tendência

Trabalhar fora do escritório sempre existiu, algumas profissões exigem mais que outras, mas essa prática é antiga, muito antiga…Nos últimos anos a tendência virou realidade, virou moda… muitas pessoas trabalham de casa, do cliente, de obras e até de restaurantes. “É cool”… Os profissionais de vários mercados realizam negócios em qualquer localização, e costuma-se afirmar que o profissional vai onde os negócios estão.

Não há como negar que o modelo tradicional do escritório de trabalho está mudando no mundo inteiro. O cenário que era comum até bem pouco tem atrás, do escritório com endereço fixo, baias e divisórias, para o qual diariamente os funcionários corriam para cumprir um “expediente” com hora de início e fim definidos está aos poucos dando lugar a modelos mais flexíveis e racionais.

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As vantagens econômicas como o menor custo de transporte e alimentação, de produção como mais horas dedicadas ao trabalho, com menor estresse e até ambientais, tão em voga nos dias de hoje como menos carros circulando e menor prejuízo ao planeta não foram suficientes para convencer as grandes empresas.

Salvo algumas poucas exceções, aderiram ao Home Office tipicamente profissionais liberais, free-lancers e pequenos empresários que trabalham sozinhos ou não necessitam de um escritório tradicional em caráter permanente.

Além disso, o escritório em casa mostrou algumas desvantagens: – O ambiente doméstico pode não ser o melhor lugar para atividades que exigem concentração e dedicação por longos períodos. Como também as variáveis de oscilação do sinal de internet, telefonia etc, uma vez que na residência não há a “equipe de TI” para resolver esses tipos de problemas tão comuns em uma cidade grande como a nossa.

O investimento em equipamentos e materiais é todo do profissional e não há uma estrutura de apoio para manutenção ou reposição rápida em caso de sinistro.

Normalmente, não é o lugar ideal para receber clientes (ou mesmo atendê-los ao telefone!).

Para trabalhos que exigem tarefas em equipe, a falta de uma boa sala de reuniões (convenientemente equipada) se torna um empecilho.

Apesar dos benefícios que trouxe, a primeira onda exigiu concessões de ambos os lados. Para o trabalhador, a maior delas foi que, ao optar pela liberdade de contribuir remotamente, foi preciso abrir mão do vínculo formal com uma empresa e de tudo o que isso implicava — plano de saúde, previdência privada, desenvolvimento de lideranças, plano de carreira, equipamentos, suporte técnico e por aí vai. Muitos sentiam falta do convívio com um grupo de trabalho permanente e da sensação de serem parte de uma missão maior. Na IBM um comentário sarcástico começou a circular entre o pessoal: as iniciais da empresa significavam “I’m By Myself” (literalmente, “estou só”).

 

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Mas por outro lado, as vantagens também são inúmeras. As novas tecnologias de comunicação favoreceram parte dessa mudança facilitando a mobilidade do trabalhador através da Internet, smartphones, tablets e notebooks.

A tendência é que essa prática cresça cada vez mais, de qualquer maneira existem mais vantagens do que desvantagens quando colocado em uma balança.

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Este movimento deu origem a novos espaços de trabalho os COWORKINGS, que é assunto pra outro post, logo…logo!